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A CEIA DO CORDEIRO

A ceia do cordeiro pascoal é uma cerimônia instituída em memória da morte dos primogênitos do Egito. “E eu passarei pela terra do Egito, naquela noite e ferirei todos os primogênitos na terra do Egito, tanto dos homens como dos animais” Ex 12. 12.

Em comemoração a libertação dos israelitas da escravidão do Egito. “Naquele mesmo dia o Senhor tirou todos os filhos de Israel da terra do Egito” Ex 12. 51. Conhecida como “a páscoa do Senhor” Ex 12. 1 a 27, Lv 23. 4 a 8; Dt 16. 1 a 8…

E continua sendo também em memória do Cordeiro de Deus Lc 22. 19. Que tira os pecados do mundo Jo 1. 29, 36. Para que os filhos da promessa não se esqueçam do Cordeiro até que Ele venha.

Quando o regulamento determina “guarda esta lei a seu tempo, de ano em ano” Ex 13. 10. Refere-se aos filhos da promessa comemorar o “grande dia” 15 de (nisã-abibe) da saída dos filhos do patriarca Abraão da terra do Egito, com a celebração da ceia do Cordeiro.

As Igrejas que celebram a ceia na noite do dia 14, ou em outras noites que não seja a noite estabelecida pelo regulamento, ainda que celebrem de ano em ano Ex 13. 10. Violam o regulamento da lei.

E não venham com a desculpa esfarrapada de que Jesus determinou alguém celebrar a ceia na noite do dia 14, ou em outras noites que não seja a noite do dia 15, porque se Ele tivesse feito isso, Ele teria abolido a lei Mt 5. 17, 18; Lc 16. 17.

Ele sabia que os levitas serviam todas as ceias a partir da primeira hora da noite do “grande dia” 15 de (nisã-abibe), e que eles precisavam no mínimo de três horas para sacrificar os cordeiros, limpar, e colocarem as carnes e os pães àzimos assarem antes do começo da “noite do Senhor” Ex 12. 42. Ou seja, da noite do primeiro dia dos pães àzimos, estabelecida pelo regulamento da lei para a celebração da ceia Ex 12. 8, 17, 41, 42; 13. 10; Jo 19. 31; Mt 26. 17; Mc 14. 12; Lc 22. 7… Razão pelas quais eles sacrificavam todas as páscoas “à tarde do dia” 14 de (nisã-abibe) Ex 12. 6; 2 Cr 35. 1… Faltando mais ou menos três horas para terminar o dia, e serviam todas as ceias a partir da primeira hora da noite do “grande dia” 15 de (nisa-abibe) em diante.

Têm mensageiros de Igrejas que fazem aquilo que os levitas nunca fizeram em Jerusalém, ou seja, espiritualizam “à tarde do dia” 14 estabelecida pelo regulamento para sacrificar a páscoa para a noite do mesmo dia, e celebram a ceia nas primeiras horas da noite do dia 14, numa hora que o Cordeiro nem preso e nem julgado ao sacrifício tinha sido, violam o regulamento da lei, e tentam convencer os seus que cumprem o regulamento.

O regulamento sempre determinou que “no mês primeiro, aos catorze dias do mês, pela tarde é a páscoa do Senhor” Lv 23. 5; Nm 9.5; 28. 16; Js 5. 10… Referindo-se ao sacrifício da páscoa Ex 12. 6; 2 Cr 35. 1… E não a celebração da ceia.

Eles confundem a ordem de sacrificar a páscoa, que era sacrificada “à tarde do dia” 14 Ex 12. 6; 2 Cr 35. 1; Lv 23. 5; Nm 9.5; 28. 16; Js 5. 10… Com a celebração da ceia que era, e continua sendo celebrada na noite do “grande dia” 15 Ex 12. 8, 17, 41, 42; 13. 10; Jo 19. 31… Primeiro dia dos pães àzimos, e de uma vez que eles espiritualizam “à tarde do dia” 14 de sacrificar a páscoa para a noite do mesmo dia, que cada família da congregação traga um cordeiro Ex 12. 3 a 6… E os mensageiros sacrifiquem à páscoa na hora que eles se reúnem; porque o regulamento determina “à tarde do dia” 14 para sacrificar a páscoa Ex 12. 6; 2 Cr 35. 1… E não para celebrar a ceia.

Todos podem ter certeza que o último Cordeiro pascoal sabia muito bem que os principais do povo buscavam uma oportunidade para condená-lo ao sacrifício, e Ele só permitiu que isso acontecesse no décimo quarto dia do primeiro mês do ano, bem no dia do sacrifício da páscoa.

Foi preso nas primeiras horas da noite do dia 14 Mt 26. 55, 56. Durante toda noite Ele foi julgado Mt 26. 57 a 59; Mc 14 53 a 55. Os sacerdotes o julgaram réu de morte Mt 26. 66; Mc 14. 64. E depois de ser julgado e condenado também por Pilatos Mt 27. 11 a 26… Foi abatido quase no final do dia 14, ou seja, às três horas da tarde do dia Mt 27. 46; Mc 15. 34… Faltando mais ou menos três horas para terminar o dia 14 de (nisã-abibe), bem na hora que os levitas deram início ao sacrifício da páscoa naquele ano Jo 19. 31. Para garantir o direito de os filhos da promessa Gl 3. 26 a 29; Ef 3. 6… Continuarem celebrando a ceia do Cordeiro na noite do “grande dia de sábado” Jo 19. 31; Ex 12. 42; 13. 10. Ou seja, do “grande dia” 15 de (nisã-abibe), em memória da morte dos primogênitos egípcios Ex 12. 29, 30. E continuar comemorando a saída dos filhos do patriarca Isaque da terra do Egito Ex 12. 41, 42; Jo 19. 31… E não esquecer o Cordeiro até que Ele venha Lc 22. 19.

Todos podem ter certeza que foi para os filhos da promessa continuarem celebrando a ceia na noite estabelecida pelo regulamento, que o Cordeiro foi guardado com vida até “à tarde do décimo quarto dia do primeiro mês do ano” Ex 12. 6. Ou seja, o dia 14 de (nisã-abibe), e abatido na hora do abate dos cordeiros pascoais naquele ano Jo 19. 31.

Isso quer dizer que se os levitas não espiritualizavam “à tarde” do sacrifício da páscoa para a noite do mesmo dia 14, a ceia sempre foi, e deve continuar sendo celebrada na noite do “grande dia” 15 Jo 19. 31; Ex 12. 42; 13. 10.

Como Ele determinou os filhos da promessa continuarem celebrando a ceia com pães àzimos e sangue das uvas simbolizando o seu corpo em memória dele, os ministrantes da ceia devem celebrar depois da hora que o Cordeiro foi morto.

E como o regulamento manda celebrar a ceia a noite Ex 12. 8, 17, 41, 42; Jo 19. 31… É óbvio que a noite é a do dia 15 de (nisã-abibe) primeiro dia dos pães àzimos.

Todo o bom entendedor sabe que não existe razão para ninguém celebrar a ceia do Cordeiro com pães ázimos e fruto da vide fora do primeiro dia dos pães ázimos estabelecido pelo regulamento.

Os mensageiros que celebram a ceia do Cordeiro com pães ázimos e fruto da vide nas primeiras horas da noite do dia 14, ou em outras noites que não seja a noite do primeiro dia dos pães àzimos, podem ter certeza que em Jerusalém nunca foi celebrado ceia com pães àzimos, em noites que não fosse à noite do primeiro dia dos pães ázimos, por ser a noite da morte dos primogênitos egípcios, e da libertação dos israelitas da terra do Egito.

A morte do último Cordeiro pascoal 1 Co 5. 7. Às três horas da tarde do dia 14 Mt 27. 46; Mc 15. 34… Bem na hora que os levitas deram início ao sacrifício da páscoa naquele ano, é uma confirmação da continuação da celebração da ceia do Cordeiro na noite estabelecida pela lei Ex 12. 42; 13. 10; Jô 19. 31…

Os ministrantes de ceia que celebram na noite do dia 14, tentam convencer os deles que celebram conforme o regulamento da lei, mas estão blefando, porque celebram mais ou menos vinte e uma horas antes da hora que o regulamento determinava que a páscoa fosse sacrificada Ex 12. 6; Lv 23. 5; Nm 9.5; 28. 16; Js 5. 10; 2 Cr 35. 1… E mais ou menos vinte e quatro horas antes da hora que o regulamento determina que a ceia do Cordeiro seja celebrada Ex 12. 8, 17, 42; Lv 23. 6; Nm 28. 17; Jo 19. 31, Ex 13. 10; Ex 13. 10… Com falso argumento de que a noite da ceia pode ser espiritualizada.

As pessoas portadoras do Espírito Santo sabem que em alguns casos “à tarde” de um dia pode ser espiritualizada para a noite do mesmo dia. “E houve tarde e manhã do primeiro dia” Gn 1. 8, 13; 19, 23, 31. À tarde Deus chamou noite, e a manhã dia Gn 1. 5.

E sabem que quando a Bíblia diz: Que “houve tarde”: Se refere à parte escura do dia, ou seja, a noite que Deus chamou trevas Gn 1. 5. E quando fala: Que: “houve dia” se refere à parte clara que Deus chamou dia Gn 1. 5… E “à tarde” nesse caso pode espiritualizar para a noite do mesmo dia, mas “à tarde do dia” 14 não pode espiritualizar, porque os cordeiros tinham que ser guardados até quase o final do dia, ou seja, até a hora que o Cordeiro de Deus foi sacrificado.

Os deles não se dão conta que o que eles vem fazendo não é espiritualizar “à tarde do dia” 14 para a noite do mesmo dia, mas sim a noite do dia 15 para a noite do dia 14, e isso o regulamento não dá direito.

Os mensageiros de Cristo entendem que nem em todos os casos se pode espiritualizar “à tarde de um dia”, para a noite do mesmo dia, e muito menos a noite do dia 15 para a noite do dia 14, como eles vêm fazendo, e celebrando a ceia nas primeiras horas da noite do dia 14, numa noite que o regulamento não dá direito.

O que eles vem fazendo é usarem o argumento de espiritualização, para tentar justificar os meios de eles celebrarem a ceia nas primeiras horas da noite do dia 14, numa noite que nenhum sacerdote celebrou ceia em Jerusalém.

Os mensageiros de Cristo entendem que “à tarde” do sacrifício da páscoa não pode espiritualizar, porque era para os levitas guardarem os cordeiros até “à tarde do dia” 14 Ex 12. 6; 2 Cr 35. 1… E sacrificarem à páscoa a partir das três horas da tarde em diante, tempo o suficiente para eles limparem os cordeiros, e colocarem as carnes e os pães ázimos no fogo assarem antes da noite do primeiro dia dos pães àzimos, porque o regulamento determina que a ceia seja celebrada na noite do “grande dia” 15 da histórica e festiva noite da saída dos filhos do patriarca Israel da terra do Egito.

E quem conhece as Escrituras sabe muito bem que o regulamento não dá direito, e não tem como alguém espiritualizar a noite do dia 15, para a noite do dia 14, e muito menos de alguém celebrar a ceia do Cordeiro fora da noite do “grande dia” 15 estabelecido pela lei para este fim.

Eles que concordam que o Cordeiro não veio para abolir a lei Mt 5. 17 a 19; Mc 16. 16… Equivocam-se dizendo: Que Ele mandou celebrar a ceia nas primeiras horas da noite do dia 14, e os deles não se dão conta que se Ele tivesse mandado alguém fazer isso, Ele teria violado a lei.

Todos podem ter certeza que como os levitas sacrificavam todas as páscoas quase no final do dia 14, ou seja, das três horas da tarde em diante, significa que todas as ceias foram, e devem continuar sendo celebradas na noite do “grande dia” 15 de (nisã-abibe), por ser uma noite histórica, comemorativa e festiva em memória da morte dos primogênitos egípcios Ex 12. 29. E comemoração a saída dos filhos do patriarca Israel da terra do Egito Ex 12. 8, 17, 41, 42; 13. 10. E continua sendo para os filhos da promessa.

Isso prova que a desculpa esfarrapada que os mensageiros deles usam para atrair os deles com o engodo de que “à tarde do dia” 14 pode espiritualizar para a noite do mesmo dia é argumento falso, e os deles não se tocam que o que eles vem fazendo é um ato de perversão, porque eles usam o argumento furado de que “à tarde do dia” 14 pode espiritualizar para a noite do mesmo dia, fazem uma coisa totalmente diferente, porque o que eles vem fazendo, é tentar espiritualizar a noite do dia 15 para a noite do dia 14, e celebram a ceia fora do regulamento.

E os deles não se dão conta de que a lei não dá direito de ninguém espiritualizar a noite do dia 15, para a noite do dia 14, e nem de celebrar a ceia numa noite que o regulamento não manda.

O tema tem conversado com alguns ministrantes de ceia deles, e a desculpa esfarrapada é que o regulamento dá direito de espiritualizar “à tarde” de um dia, para a noite do mesmo dia, e em alguns casos pode.

O regulamento da direito de espiritualizar a noite do dia 15 para a noite do dia 14? Respondam para vocês mesmos, e para as pessoas que se deixam ser atraídas pelo engano de que a ceia pode ser celebrada nas primeiras horas da noite do dia 14, numa hora que o Cordeiro nem preso e nem julgado ao sacrifício tinha sido, ou em outras noites que não seja a noite do “grande dia” 15, primeiro dia dos pães àzimos.

Os mensageiros de Cristo sabem que a noite de celebrar a ceia não pode antecipar e nem retardar, por se tratar de uma noite histórica, comemorativa e festiva para o povo de Deus, por ser a noite que o Senhor tirou os filhos do patriarca Israel da terra do Egito, e separou como a “noite do Senhor” Ex 12. 42. Para a celebração da ceia anual para sempre Ex 13. 10.

A lei manda celebrar a ceia anualmente, mas determina que seja celebrada na noite do dia 15 estabelecida pelo regulamento.

Os levitas sabiam muito bem que cada coisa deve ser colocada nos seus devidos lugares, e como eram bem orientados pelos sacerdotes da casa de Arão que tinham séculos de experiência quando o assunto era o sacrifício da páscoa, e as celebrações da ceia, sacrificavam todas as páscoas “à tarde do dia 14” 14, e celebravam todas as ceias na noite do “grande dia” 15 de (nisã-abibe).

Como os mensageiros de Cristo não são confusos, eles sabem que o máximo que eles podem fazer “à tarde do dia” 14, são os preparativos para a ceia, porque sabem que a páscoa da “nova aliança” já foi sacrificada 1 Co 5. 7… E conhecedor do regulamento cada mensageiro descansa bem na noite do dia 14, faz os preparativos da ceia durante o dia, e quando termina o pôr do sol do fim do dia 14, cada ministrante dá início no culto solene da ceia, e celebra a ceia sobre orientação dos seguintes versículos Ex 12. 8, 17, 42; Lv 23. 6; Nm 28. 17; Jo 19. 31; Ex 13. 10; Mt 26. 17, 26, 27, 28; Mc 14. 12, 22, 23, 24; Lc 22. 7, 19, 20… Que determinam que a ceia seja celebrada na noite do “grande dia” 15 de (nisã-abibe), primeiro dia dos pães àzimos Mt 26. 17; Mc 13. 12; Lc 22. 7. Em comemoração ao histórico e festivo dia que o Senhor Deus de Abraão libertou os filhos do patriarca Israel da escravidão do Egito Ex 12. 8, 17, 41, 42; Jo 19. 31. E também em memória de Cristo Lc 22. 19.

Eles são orientados pelo Espírito Santo Jo 14. 26; 13… E sabem que em casos como “houve tarde” Gn 1. 8, 13; 19, 23, 31. Podem espiritualizar para a noite do mesmo dia.

Mas no caso da ceia não pode, porque os levitas nunca celebraram ceia nenhuma nas primeiras horas da noite do dia 14, para eles espiritualizarem “à tarde do dia” 14 para a noite do mesmo dia, e celebrarem a ceia nas primeiras horas da noite do dia 14, numa noite que os levitas nunca celebraram ceia.

Todos podem ter certeza que como o Cordeiro de Deus foi abatido às três horas “da tarde do dia” 14, bem na hora que começou o sacrifício da páscoa naquele ano Mt 27. 46; Mc 15. 34… Prova que a ceia do Cordeiro continua sendo celebrada de ano em ano Ex 13. 10. Na noite do dia 15.

Em alguns casos “à tarde” do dia não pode ser espiritualizada para a noite do mesmo dia. Exemplo, “até duas mil e trezentas tardes e machas, e o santuário será purificado” Dn 8. 14. Quem conhece a historia sabe que no fim do império grego, Antioco e Pífanos contaminou o santuário em Jerusalém, sacrificando suínos no santuário nacional dos israelitas Dn 8. 10ª 12; 11. 29, 30, 31. O livro de Macabeus dá maiores detalhes da contaminação do santuário em Jerusalém feita por Ele.

E Deus determinou “duas mil e trezentas tardes e manhâs” de sacrifícios Mt 26. 17, 26, 27, 28; Mc 13. 12, 22, 23, 24; Lc 22. 7, 19, 20… Para purificação do santuário em Jerusalém, ou seja, determinou os sacerdotes da casa de Arão a sacrificarem mil cento e cinqüenta sacrifícios de manhã, e mil cento e cinqüenta à tarde, ou seja, foram realizados mil e cento e cinqüenta dias de sacrifícios, um sacrifício na parte da manhã, e outro à tarde, durante mil cento e cinqüenta dias para purificação do santuário nacional dos israelitas em Jerusalém.

Podendo ter sido os da manhã nas primeiras horas da manhã, e os da tarde nas últimas horas da tarde.

E nenhum sacrifício foi feito à noite, ou seja, as tardes de sacrifícios não foram espiritualizadas para as noites dos cento e cinqüenta dias de sacrifícios Dn 8. 14. Porque eles não realizaram sacrifícios à noite para purificar o santuário, mas sim um sacrifício antes do meio dia, e outro depois do meio dia.

E nunca espiritualizaram “à tarde do dia” 14 de sacrificar a páscoa, porque nunca sacrificaram páscoa nenhuma à noite do dia 14.

Quem é guiado pelo Espírito Santo Jo 14. 26; 16. 13… Sabem que cumpre o regulamento aqueles que celebram a ceia do Cordeiro na noite do “grande dia” 15 Ex 12. 42; 13. 10; Jo 19. 31… Porque era comendo as carnes dos cordeiros assadas com pães àzimos, vinho e ervas amargas em uma festa ao Senhor Deus de Abraão Ex 12. 42. Que a noite do “grande dia” 15 era celebrada de ano em ano Ex 132. 10. Pelos israelitas de antes de Cristo.

E continua sendo celebrada por pessoas de todas as nações que fazem parte do tabernáculo de Davi que está sendo restaurado At 15. 16. Que participam da ceia do último Cordeiro pascoal 1 Co 5. 7. Na noite estabelecida pelo regulamento para este fim.

Têm mensageiros estrangeiros que tentam passar por judeus hereditários de Abraão para venderem uma imagem de serem uma congregação de israelitas, e têm dado provas que são uma congregação de gentios, porque mesmo que preguem a mensagem dos mandamentos da lei de Deus para salvação das pessoas, também agregam vários sinais de fé de impérios religiosos pagãos, e também sinais de fé que são fermento dos fariseus na sua mensagem Mt 16. 6, 11; 1 Co 5. 6. Principalmente os sinais de fé do império religioso reformista que pregam vida eterna incondicional para os futuros revestidos de imortalidade 1 Co 15. 51 a 53… A partir do momento da transformação, ou seja, para mais de mil anos antes de os futuros revestidos de imortalidade chegarem ao Reino eterno onde não haverá mais morte Ap 21. 3; 22. 4.

E os deles também não se dão conta que vida eterna para os transformados antes de eles chegarem ao Reino eterno, è sinal de fé de impérios religiosos pagãos.

Eles também fazem aquilo que os levitas nunca fizeram em Jerusalém, ou seja, confundem “à tarde do dia” 14 de sacrificar a páscoa, com a noite do “grande dia” 15 de celebrar a ceia, e também espiritualizam “à tarde do dia” 14 de sacrificar a páscoa para a noite do mesmo dia, aplicam para a celebração da ceia, e também atraem os deles com o engodo de celebrarem e participarem da ceia nas primeiras horas da noite do dia 14, numa noite que não tem nada a ver com a celebração da ceia, e muito menos com o dia dos pães àzimos.

Todos podem ter certeza que a Tora manda celebrar a ceia de ano em ano Ex 13. 10. Mas determina celebrar na noite do “grande dia” 15, Ex 12. 8, 17, 41, 42; 13. 10; Jo 19. 31. O primeiro dia dos pães àzimos Mt 26. 17; Mc 14. 12; Lc 22. 7… E não “à tarde” desse, ou daquele dia.

Todos podem ter certeza que celebrar a ceia na noite do dia 14, ou do dia 16 de (nisã-abibe), ou em outras noites que não seja a noite do dia 15, é coisa de gentios que não conhecem as Escrituras.

A torre de vigia exerce atração sobre as testemunhas dizendo que celebram a ceia conforme o regulamento: Mas celebram na noite do dia 16, ou seja, seguem as alterações de Roma de o dia começar e terminar a meia noite, e não quando termina o pôr do sol.

E como para eles o dia termina a meia noite, eles são orientados pela mensagem da torre de vigia a se reunirem quase no final do dia 15 de (nisã-abibe), e celebram a ceia nas primeiras horas da noite do dia 16, por conta de confundirem e pensarem que o dia termina a meia noite, e não no fim do pôr do sol.

Falar pela Tora, ou seja, pelo livro da lei dos hebreus e não entender estas coisas básicas da lei, ir além, e agregar vários sinais de fé de impérios religiosos pagãos, e vários sinais de fé que são fermento de fariseus na mensagem dos mandamentos, é dar provas de que continuam sendo gentios e fora da lei.

Porque a Tora não manda ninguém comemorar a noite do dia 14 em nada. Tanto é que os levitas sempre descansaram bem na noite do dia 14, durante toda a parte clara do dia faziam os preparativos para a ceia Jo 1. 31. Sacrificavam todas as páscoas “à tarde do dia” 14 Ex 12. 6; Lv 23. 5; Nm 9.5, 28. 16; Js 5. 10; 2 Cr 35. 1… Porque durante toda a noite do dia 15 eles ficavam de serviço, servindo a ceia para os israelitas cearem, e precisavam estar bem descansados.

Eles querem dar uma de congregação israelita, mas fazem aquilo que a Tora não manda fazer, ou seja, celebram a ceia nas primeiras horas da noite do dia 14, numa hora que o Cordeiro nem preso e nem julgado ao sacrifício tinha sido, vão além, e agregam vários sinais de fé de procedência pagã que a Tora abomina na sua mensagem, dando provas que continuam sendo gentios.

Não sabem que se o Cordeiro pascoal 1 Co 5. 7. Foi sacrificado “à tarde do dia” 14 Mt 27. 46; Mc 15. 34… Num único sacrifício para sempre? Hb 10. 12; Ef 5. 2. Que resta aos ministros do evangelho do Reino descansar bem na noite do dia 14, fazerem os preparativos para a ceia durante a parte clara do dia 14 Jo 19. 31. E quando terminar o pôr do sol do fim do dia 14, dar inicio na reunião solene da ceia na primeira hora da noite do “grande dia” 15, e servirem a ceia para os participantes cearem da primeira hora da noite do histórico e festivo dia 15, primeiro dia dos pães àzimos em diante? “Porque esta é a noite do Senhor, que devem guardar todos os filhos de Israel para sempre” Ex 12. 42; 13. 10; Jo 19. 31…

E que o sinal de fé de que os futuros revestidos de imortalidade serão transformados em anjos celestiais, e não serão sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, e o sinal de fé de que vai ficar nações na terra sem a transformação para os mil anos de reinado de Cristo são sinais de fé de procedência pagã? Ou seja, que não têm nada a ver com a fé que os profetas e os apóstolos entregaram aos santos?

A Tora determina que a ceia seja celebrada de ano em ano Ex 13. 10. Mas manda celebrar na noite que se deve “guardar ao Senhor”, ou seja, na noite do primeiro dia dos pães àzimos Ex 12. 8; Lv 23. 6; Nm 28. 17; Mt 26. 17; Mc 14. 12; Lc 22. 7. E não na noite do dia 14, ou em outras noites.

Todos podem ter certeza que espiritualizar à tarde que não foi entregue para celebrar a ceia, e celebrarem a ceia numa noite que o regulamento não manda é coisa de gentios…

Trocam “a noite que se deve guardar ao Senhor”, com a celebração da ceia do Cordeiro, para celebrarem a ceia na noite do dia 14 que a Tora não manda comemorar em nada, imitam aqueles que eles chamam de gentios, e tentam fazer os outros acreditarem que eles cumprem o regulamento.

Vão além, e fazem de conta que não sabem que a MAMÃE Roma há séculos vem pregando vida eterna após a morte, e antecipando a vida eterna para milhares de anos antes de os revestidos de imortalidade chegaram ao Reino eterno.

E que os pioneiros reformistas para tentar justificarem o motivo da ruptura, passaram a aplicar algumas diferenças em alguns sinais de fé da MAMÃE Roma, e passaram a atrair os deles com o engodo de que os futuros revestidos de imortalidade Co 15. 51 a 53… Serão transformados em anjos celestiais, e não serão sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, ou seja, para mais de mil anos antes de os transformados chegarem ao Reino eterno, e sabendo que haverá mortes nos mil anos de reinado de Cristo Is 66. 23, 24; 65. 20; 60. 12; Ap 20. 7 a 9. Passaram a aplicar o reinado do anticristo para depois da vinda de Cristo sobre nações não transformadas na terra, para terem a quem aplicar as mortes dos mil anos.

Todos podem ter certeza que os sinais de fé de as pessoas serem transformadas em anjos celestiais, e não serem sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, e de ficar nações na terra sem a transformação para os mil anos de reinado do Rei, são sinais de fé de procedência pagã, ou seja, não têm nada a ver com a fé que os profetas e os apóstolos entregaram aos santos.

E eles que pregam a mensagem dos mandamentos da lei de Deus para a salvação das pessoas, também atraem os seus com o engodo de eles serem transformados em anjos celestiais, e não serem sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, vão além, e como também sabem que haverá mortes nos mil anos de reinado do Rei Is 66. 23, 24; 65. 20; 60. 12; Ap 20. 7 a 9. Pegam carona com os reformistas, e também arrumam bodes expiatórios para morrer na terra nos mil anos de reinado de Cristo, e os bodes são as supostas nações que a mensagem deles também tenta de todas as maneiras colocar na terra sem a transformação para os mil anos de reinado do Messias para terem a quem aplicar as mortes.

Todos podem ter certeza que todos os movimentos religiosos de origem reformista atraem os seus com o engodo de eles serem transformados em seres celestiais, e não serem sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, e sabendo que as Escrituras esclarecem muito bem que haverá mortes nos mil anos de reinado de Cristo Is 66. 23, 24; 65. 20; 60. 12; Ap 20. 7 a 9. Tentam de todas as maneiras colocar nações na terra sem o revestimento de imortalidade para o reinado de Cristo, e passam a aplicar as mortes dos mil anos para elas.

Tanto é que as testemunhas também formam uma organização religiosa oriunda da reforma religiosa, e são atraídas pela mensagem da torre de vigia que também antecipa a vida eterna para antes de os transformados chegaram ao Reino eterno, ou seja, para elas o Rei reina dos céus dês de mil novecentos e catorze com boa parte dos cento e quarenta e quatro mil já na eternidade em condições de seres celestiais, antes de a ressurreição Jo 5. 28, 29; 6. 40. E a transformação acontecer 1 Ts 4. 16, 17; 1 Co 15. 51 a 53. E reinam dos céus sobre as nações existentes na terra sem a transformação.

Tem um provérbio popular que diz: Que um abismo puxa outro abismo, e como as Igrejas de origem reformista passaram a atrair os seus com o engodo de eles serem transformados em anjos celestiais, e não serem sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, como as Escrituras são bem esclarecedoras de que haverá mortes nos mil anos de reinado de Cristo Is 66. 23, 24; 65. 20; 60. 12; Ap 20. 7 a 9. Foram, e são forçadas a puxar outros erros tentando arrumar bodes expiatórios para morrer nos mil anos de reinado de Cristo, e os bodes são as supostas nações que eles tentam de todas as maneiras colocarem na terra sem a transformação para os mil anos de reinado do Rei para terem a quem aplicar as mortes, e com isso eles mesmos excluem os deles de cumprirem as profecias, e subirem em Jerusalém de ano em ano servir o Rei no Reino milenar, porque as Escrituras são bem esclarecedoras de que não serão os supostos seres celestiais que farão cumprir as profecias, mas sim nações,

Todos podem ter certeza que as Escrituras não falam em textos e contextos nenhum que os futuros revestidos de imortalidade 1 Co 15. 51 a 53. Serão transformados em anjos celestiais, que eles não serão sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, e nem que eles deixarão de ser humanos com o revestimento de imortalidade.

E também não falam que haverá nações na terra sem a transformação a partir do momento que o Rei estabelecer o seu reinado de mil anos sobre a terra.

E todos podem ter certeza que serão as pessoas que serviram a Deus em toda a história da humanidade, e as que servem a Deus, ou seja, as pessoas que serão revestidas de imortalidade que subirão ano após ano em Jerusalém servir o Rei Zc 14. 16; Is 60. 4 a 9; 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2; Is 60. 11; Sl 72; Ap. 15. 3, 4. E não os supostos anjos celestiais.

Para manterem os deles no erro, eles aplicam o texto de Mt 22. 23 a 28. Para atrair cada um deles com o engodo de que eles serão transformados em anjos celestiais, e não serão sujeito ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação.

E os deles não se dão conta que o que aconteceu foi que os saduceus chegaram para Jesus dizendo: “Ter sete irmãos; e o primeiro, tendo casado, morreu, e não tendo filho, deixou a sua mulher a seu irmão. Da mesma sorte o segundo, e o terceiro, até o sétimo” Mt 22. 23 a 28. E os deles não se tocam que o que eles queriam saber, era de qual dos sete ela será mulher no seu Reino, e não o estado físico das pessoas para depois da transformação, ou se os futuros revestidos serão transformados em anjos celestiais, porque os saduceus sabiam muito bem que o propósito de Deus é encher a terra de seres humanos, e não de seres celestiais.

Os mensageiros de Cristo têm o Espírito Santo e sabem que a resposta do Mestre foi de acordo com a pergunta, ou seja, respondeu que no seu reinado as pessoas serão como anjos no sentido de que no seu Reino ninguém vai se casar, e nem ser dado em casamento, como acontece entre os anjos celestiais que eles não se casam, e não são dados em casamento.

E sabem também que como os reformistas passaram a exercer atração sobre os seus com o engodo de que eles serão transformados em anjos celestiais, e não serão sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, passaram a aplicar o versículo de forma a torcer a palavra de Jesus.

E os deles não se tocam que a pergunta dos saduceus não foi sobre o estado físico das pessoas para depois da transformação, ou seja, não se dão conta que os saduceus não perguntaram se os futuros revestidos de imortalidade 1 Co15. 51 a 53… Serão transformados em anjos celestiais, ou se vão continuar sendo homens Gn 1. 22; 9. 1; At 17. 26…

Porque os mensageiros de Cristo sabem muito bem que no princípio o homem deixava pai e mãe para se unir a sua mulher Mt 19. 5, 6. Viviam como marido e mulher sem oficializar casamento em cartório Gn 22. 67; 29. 2, 29…

E como os casais israelitas se uniam sem contrato formalizado, em caso de o esposo morrer, se eles não tivessem herdeiro, ela saia do casamento sem herança, Moisés estabeleceu um decreto de lei especificando que em caso assim, se não houvesse acordo, ela teria direito de casar com o irmão do falecido, e ter um herdeiro com ele para ter direito a herança.

E foi baseado nessa lei que sete irmãos foram esposos de uma única mulher, e como todos morreram, os saduceus queriam saber de qual dos sete ela será esposa no seu Reino, e não se eles serão transformados em anjos celestiais, porque os saduceus sabiam muito bem que o Reino de Cristo será restrito aos seres humanos.

E a resposta do inconfundível Jesus a pergunta deles foi que nada daquilo que Moisés aprovou sobre o casamento e sobre o divórcio por exigência do povo israelita, valerá para o seu Reino, porque Ele reinará com justiça Is 11. 4. E no seu reinado não haverá varoa sem direito a herança.

Leia o versículo e responda. Onde os saduceus perguntaram sobre o estado físico das pessoas para depois da ressurreição?

É justo agregar vários sinais de fé de procedência pagã na mensagem, e atrair as pessoas com falsos argumentos de que pregam a fé que foi entregue aos santos?

Jesus respondeu se alguém será transformado em anjo celestial e entrará para a eternidade a mais de mil anos antes de os transformados chegarem ao Reino eterno? Disse: Que deixará pessoas das nações sem a transformação no seu Reino? Respondam para vocês mesmos, e para as pessoas que vocês atraem com o engodo de que eles serão transformados em anjos celestiais, e não serão sujeitos ao pecado e nem a morte no reinado de mil anos de Cristo.

Que o tema esclarece para todos que é em função da vossa crença nos sinais de fé de procedência pagã de as pessoas que serviram, e as que servem a Deus serem transformadas em anjos celestiais, e não serem sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, e das Escrituras deixaram bem claro que haverá mortes nos mil anos de reinado do Rei, que vocês passam a engodar os seus com o engano de que o Rei deixará pessoas das nações sem a transformação no seu reinado para terem a quem aplicar as mortes dos mil anos.

E esclarece que diante da pergunta que os saduceus fizeram Jesus não seria ingênuo a ponto de aplicar um desvio e responder sobre o estado físico das pessoas para depois da ressurreição, porque seria perder o seu credito conquistado durante anos de respostas bem pensadas e objetivas Lc 2. 46, 47, 49.

“Mestre, Moisés disse: Se alguém morrer não tendo filhos, seu irmão casará com a viúva e suscitará descendência ao seu irmão. Ora, havia entre nós sete irmãos: O primeiro, tendo casado, morreu, e não tendo filhos, deixou a sua esposa a seu irmão. A mesma coisa aconteceu com o segundo, até o sétimo. Por fim morreu também o esposo” MT 22. 24 a 27.

Todo o bom entendedor percebe que eles não perguntaram nada sobre o estado físico das pessoas, e muito menos se alguém será transformado em anjo celestial, porque o que originou a pergunta foi uma lei que Moisés deu sobre como os juízes em Israel deveriam julgar casos de mulheres que ficavam viúvas e não tinham direito a herança por falta de herdeiros.

Com doze anos de idade a mesma classe de pessoas sentaram com Jesus e fizeram muitas perguntas, e tiveram do inconfundível Menino as respostas que queriam Lc 2. 46 a 47.

E não seria uma pergunta sobre o direito de herança da mulher israelita no casamento que Ele iria tropeçar a ponto de os saduceus perguntarem sobre o direito de herança delas no casamento, Ele escorregar e responder uma coisa totalmente diferente sobre o estado físico das pessoas para depois da transformação.

Todos podem ter certeza que a confusão é coisa dos pioneiros reformistas que para terem alguns traços doutrinários diferentes da MAMÃE Roma de onde saíram, passaram a atrair os deles com o engodo de eles serem transformados em anjos celestiais, e entrarem para a eternidade a partir do momento da transformação, ou seja, para mais de mil anos antes de os futuros revestidos de imortalidade chegarem ao Reino eterno onde não haverá mais morte Ap 21. 3; 22. 4. E como não tem textos e contextos nenhuns da Bíblia que comprovam a inverdade que eles pregam, eles invertem as palavras de Jesus dizendo que Ele falou: Que as pessoas que serviram, e as que servem a Deus aqui nestes reinos do mundo serão transformadas em anjos celestiais com o revestimento, e não serão sujeito ao pecado e nem a morte nos mil anos, forçando uma coisa que não vai se cumprir, porque o propósito de Deus é encher a terra de seres humanos At 17. 26; Sl 105. 11; Gn 12. 1 a 3; 17. 1 a 4; 22. 18; 35. 11, 12; 48. 3, 4… E não de supostos seres celestiais.

Todos podem ter certeza que isso é coisa de Igrejas com mensageiros contagiados com a febre romana de subir e morar nos céus, que torcem as palavras do Mestre dizendo que Ele falou: Que os futuros revestidos de imortalidade serão transformados em anjos celestiais.

Como Roma prega vida eterna após a morte, eles passaram aplicar uma pequena diferença aplicando a vida eterna para depois do revestimento, e com isso antecipam a vida eterna para mais de mil anos antes de os futuros revestidos de imortalidade chegarem ao Reino eterno onde não haverá mais morte Ap 21. 3; 22. 4.

E como sabem que haverá morte nos mil anos de reinado de Cristo, passaram a aplicar o reinado do ante Cristo para depois da vinda de Cristo sobre nações não transformadas para terem a quem aplicar as mortes dos mil anos, e os mensageiros da outra linha de Igrejas pegam carona com eles e agregam a mesma heresia na mensagem dos mandamentos.

E os mensageiros estrangeiros que tentam passar por judeus naturais, também pregam a mensagem dos mandamentos da lei de Deus contidos em Ex 20. 1 a 17; Lv 11. 1 a 47; Dt 14. 1 a 21… Para a salvação das pessoas, vão além, e também agregam as mesmas heresias na sua mensagem.

E também fazem de conta que não sabem que as profecias esclarecem que o restante das nações, ou seja, os poucos homens que o Rei deixará na terra na sua vinda Is 24. 4 a 6. Se trata de pessoas dentre os vivos que Ele encontrar servindo a Deus em toda a face da terra na sua vinda, e que eles se juntarão aos muitos justos da primeira ressurreição Jo 5. 28, 29; 6. 40. Ambos serão revestidos de imortalidade 1 Co 15. 51 a 53. O Reino será restrito a eles, e que serão eles que subirão ano após ano em Jerusalém servir o Rei Zc 14. 16; Is 60. 4 a 9; 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2; Is 60. 11; Sl 72. 8; Ap 15. 3, 4…

Todos podem ter certeza que as Escrituras esclarecem que as pessoas que serviram, e as que servem a Deus aqui nestes reinos do mundo serão revestidas de imortalidade 1 Co 15. 51 a 53. Condicionalmente, ou seja, o transformado que se rebelar contra o Rei nos mil anos Is 66. 24; Ap 20. 7 a 9… Perderá o poder da transformação, e perecerá como pereceram Adâo e Eva quando pecaram Gn 3. 1 a 6. 5. 5…

E que os futuros revestidos voltarão a ser pessoas perfeitas, como o homem perfeito que Deus criou e colocou no Jardim do Éden Gn 2. 8. Para encher a terra Gn 1. 28; 9. 1; At 17. 26… E não supostos anjos celestiais.

Tanto é que “de um só Deus fez toda a geração humana, para habitar toda a face da terra At 17. 26… E o propósito de Deus é de encher a terra com homens perfeitos como o homem que Ele criou e colocou no Éden Gn 2. 8. E não com os supostos seres celestiais.

Ele abençoou o homem que criou e disse: Para ele “se multiplicar, e encher a terra” Gn 1. 28. E como o homem deu largueza para o semeador de joios, ou seja, dormiu e não vigiou, o inimigo semeou o joio na terra Mt 13. 25. E com o joio misturado no meio do trigo Mt 13. 30. Os descendentes de Adão se multiplicaram completamente corrompidos.

E como a maldade se multiplicou na geração de Adão Gn 6. 5. Deus mandou um dilúvio de águas para ceifar os joios da terra, e deixou apenas Noé e sua família da geração de Adão na terra Gn 8. 15, 16. Ou seja, apenas oito pessoas que serviam a Deus naqueles dias se salvaram das águas do dilúvio 1 Pe 3. 20; 2 Pe 2. 5… Ou seja, restaram na terra apenas oito pessoas.

Todos podem ter certeza que restante de nações Zc 14. 16. No sentido de catástrofe como as águas do dilúvio, e a vinda de Cristo não se aplicam no diminutivo, porque além do armagedom, Ele enviará uma saraivada de pedras Ap 16. 21. E a ceifa dos anjos Mt 13. 41, 42… Para ceifar as pessoas que não servem a Deus.

Nos dias de Noé restou na terra às pessoas que serviam a Deus naqueles dias 1 Pe 3. 20; 2 Pe 2. 5… E nos dias de Cristo, as profecias esclarecem que restarão na terra as pessoas que o Rei encontrar obedecendo a Deus na face da terra Is 24. 5, 6; 60. 21; Pv 2. 21; Sl 37. 9, 22, 34; 2 Ts 1. 8; Mq 5. 15… Elas serão o restante das nações descritas em Zc 14. 16 a 18.

E como haverá ressurreição dos justos Jo 5. 28, 29. 6. 40. VER A RESSUREIÇÃO DOS JUSTOS. O restante, ou seja, os poucos homens que restarão na terra Is 24. 4 a 6. Se juntarão aos muitos justos da primeira ressurreição que fizeram o bem, ou seja, que serviram a Deus aqui nestes reinos do mundo, ambos serão revestidos de imortalidade 1 Ts 4. 16, 17; 1 Co 15. 51 a 53… O Reino será restrito a eles, assim como a terra ficaram restritas as oito pessoas que restaram nos dias de Noé.

Todos podem ter certeza que eles estão blefando em atrair os deles com o engodo de ficar pessoas das nações na terra sem a transformação para quaisquer fins, porque a vinda do Rei será para esmagar e consumir todos os joios Dn 2. 34, 35, 44, 45; 2 Ts 1. 8; Mq 5. 15; Mt 13. 41, 42; Mt 25. 41; Ml 4. 1 a 4; Pv 2. 22; Sl 37. 9, 34… Transformar as pessoas que serviram, e as que servem a Deus em humanos perfeitos igual o homem que Ele criou e colocou no Éden, reinar sobre eles os mil anos Ap 5. 10; 2. 26, 27; 12. 5; Dn 7. 14… Restaurar todas as coisas At 3. 21. E encher a terra de seres humanos perfeitos At 17. 26… VEJA A VERDADE SOBRE O REINO DOS CÉUS E O REINO ETERNO. E não com os supostos anjos celestiais.

Tanto é que o Rei deixa bem claro que o dia que ele voltar será igual os dias de Noé Mt 24. 39; Lc 17. 27. E todos sabem muito bem que nos dias de Noé restaram apenas oito pessoas que serviam a Deus naqueles dias Gn 8. 16; 1 Pe 3. 20; 2 Pe 2. 5. E resto nos dias de Noé, e para a vinda de Cristo não tem como aplicar no diminutivo, porque pessoas como Noé e as demais que restaram foram as melhores para quem fez a escolha. Nos dias da vinda do Rei não será diferente.

Será que os deles não desconfiam que eles fazem uso de dois pesos e duas medidas? E que o Rei falou que Deus fará com as pessoas que não servem o Criador o que fez com os sodomitas Gn 19. 24 a 30. Que Ele fez chover fogo e enxofre do céu sobre a cidade deles, e restou apenas Ló e suas duas filhas com vida, ou seja, apenas três pessoas que estavam em dias com a palavra de Deus se salvaram, ou seja, restaram da catástrofe? Gn 19. 30.

Todos podem ter certeza que o Rei deixou bem esclarecido que as pessoas que constroem as suas casas espirituais na areia, ou seja, fora do fundamento dos profetas e dos apóstolos Ef 2. 20. No dia que Ele voltar, ou seja, que “a chuva cair, os rios transbordarem, os ventos soprarem e derem contra aquelas casas, elas vão cair, e será grande a sua ruína” Mt 7. 27. E restarão apenas as pessoas que edificam a sua casa no fundamento da palavra.

As pessoas portadoras do Espírito Santo sabem que Ele comparou as pessoas que edificam as suas casas espirituais na areia com cinco virgens imprudentes, e sabem que naquele dia elas ficarão de fora do Reino Mt 25. 11, 12, 41… E que os mensageiros que aplicam as mortes dos mil anos para pessoas dentre as pessoas que edificam a sua casa espiritual fora da rocha, ou para as pessoas representadas pelas cinco virgens imprudentes estão blefando.

Todo o bom entendedor percebe que até quando eles falam dos restantes das nações que Cristo deixará na terra Zc 14. 16; Ez 36. 36… Eles pervertem os deles, porque nos casos citados acima restaram as melhores, ou seja, as pessoas que foram encontradas servindo a Deus na terra, e na vinda de Cristo com certeza não será diferente.

Os deles precisam desconfiar que de uma vez que eles são atraídos pelo engodo de serem transformados em anjos celestiais, e não serem sujeitos ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, como os mensageiros justificariam o fato de haver mortes nos mil anos de reinado de Cristo? Is 66. 24; 65. 20; Ap 20. 7 a 9. Se eles não se antecipassem, e não colocassem nações por conta deles na terra sem a transformação para os mil anos?

E se der conta que de uma vez que eles se deixam ser atraídos pelo engodo de serem transformados em anjos celestiais, como não serão os supostos anjos celestiais que subirão em Jerusalém cumprir as profecias Zc 14. 16; Is 60. 4 a 9; 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2; Is 60. 11; Sl 72; Ap. 15. 3, 4. A única maneira de eles justificarem os meios, é colocarem nações sem a transformação na terra, e aplicar o cumprimento das profecias para elas.

Como o império religioso reformista justificaria as mortes dos mil anos, se eles não tivessem se antecipado e aplicado o reinado do anticristo para depois da vinda de Cristo sobre nações não transformadas?

O que os deles precisam desconfiar é que de uma vez que eles se deixam atrair pelo engodo de serem transformados em anjos celestiais, eles são excluídos de subirem em Jerusalém cumprirem as profecias, porque fará cumprir as profecias seres humanos, e não seres celestiais.

Todos podem ter certeza que os mensageiros deles blefam em dizer: Que é coisa anormal um transformado pecar e morrer nos mil anos.

Coisa anormal é o que eles vem fazendo, ou seja, pervertendo os deles com o engano de que um revestido de imortalidade não será sujeito ao pecado e nem a morte a partir do momento do revestimento, sendo que Adão e Eva eram revestidos Sl 8. 5 a 8; Gn 1. 26. Pecaram Gn 3. 1 a 6. E morreram Gn 5. 5…

E a terça parte da estrelas Ap 12. 4. Ou seja, dos anjos dos céus também pecaram, e todos os que pecaram foram expulsos dos céus com o semeador de joios Ap 12. 9. E aguardam o julgamento e a punição.

E todos sabem que o salário do pecado é a morte Rm 6. 23; Ez 18. 20. E que o próprio semeador de Joio será devorado no lago de fogo Ap 20. 9. E o sentido da palavra devorar é exterminar.

Coisa anormal é o que eles vêm fazendo, ou seja, pervertendo os seus de que os futuros revestidos de imortalidade não serão sujeitos ao pecado e nem a morte, contrariando as Escrituras, e sendo forçados a colocar nações na terra sem a transformação para terem a quem aplicar as mortes dos mil anos.

Todos podem ter certeza que quando o Rei voltar, Ele esmagará e destruirá todos estes reinos Dn 2. 34, 35, 44, 45. E não converterá e não deixará pessoas de nações em falta com a palavra de Deus sem a transformação na terra para fins nenhum.

Porque os que Ele encontrar contaminando a terra por causa da transgressão da lei serão queimados Is 24. 6; Mt 13. 41, 42; Pv 2. 22; Ml 4. 1 a 4…

Eles contariam as Escrituras aplicando o restante das nações que subirão em Jerusalém servir o Rei Zc 14. 16; Is 60. 4 a 9; 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2; Is 60. 11; Sl 72; Ap. 15. 3, 4. Para restante de nações não transformadas, como se o dia da volta de Cristo, Ele não fosse destruir todas as pessoas que não têm seus nomes escritos no livro da vida Ap 13. 8. E não fosse deixar no seu Reino apenas os que têm seus nomes escritos no livro da vida Ap 21. 27. E todos serão revestidos.

As pessoas que têm o Espírito Santo sabem muito bem que apenas as pessoas que serviram, e as que servem a Deus aqui nestes reinos do mundo têm seus nomes escritos no livro da vida Ap 21. 27. E só elas permanecerão na terra Pv 2. 21; Is 60. 21; Sl 37. 9, 24, 34…

Porque as pessoas de todos os reinos do mundo contaminadas com sinais de fé de impérios religiosos pagãos serão queimadas para sempre 2 Is 24. 4 a 6; 2 Ts 1. 8; Mq 5. 15; Mt 13. 41, 42; Mt 25. 41; Ml 4. 1 a 4; Pv 2. 22; Dn 2. 34, 35, 44; Sl 37. 9, 34… Para que o Rei possa fazer a restauração de todas as coisas.

Atraem os deles com o engodo de eles serem transformados em anjos celestiais, e depôs falam como se as pessoas que o Rei revestir de imortalidade e deixar com Ele na terra para os mil anos do seu reinado fossem deixar de ser nações.

Quando acontece uma catástrofe que a morte atinge quase todo mundo, o que resta não é resto? Falam como se as pessoas sobreviventes à saraivada de pedras Ap 16. 21. E a ceifa dos anjos Mt 13. 41 a 43, Dn 3. 34, 35; 44. Não fossem as pessoas que Ele encontrar na terra servindo a Deus, e como se não sejam eles os restantes de nações Is 24. 6; Zc 14. 16…

Atraem os deles com a heresia de eles serem transformados em anjos celestiais, e como sabem que quem vai fazer cumprir as profecias e subir em Jerusalém servir o Rei serão nações, e não os supostos anjos, eles usam o argumento de que os de Cristo não são restos.

As pessoas que servem a Deus nos dias atuais realmente não são resto, mas como no dia da sua vinda Ele punirá as pessoas em falta com a palavra de Deus com a catástrofe da saraivada de pedras Ap 16. 21. E a ceifa dos anjos Mt 13. 41, 42; 25. 41… Com certeza serão eles os restantes das nações que se juntarão aos da primeira ressurreição, e serão eles que subirão em Jerusalém de ano em ano para fazer cumprir as profecias e servir o Rei Zc 14. 16; Is 60. 4 a 9; 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2; Is 60. 11; Sl 72; Ap. 15. 3, 4.

Eles falam como se uma catástrofe em que todas as pessoas contaminadas com sinais de fé de impérios religiosos pagãos serão queimadas, o resto não fossem as pessoas em obediência à palavra de Deus.

As oito pessoas que restaram na terra nos dias de Noé não foram o que restou com vida? 1 Pe 3. 20; 2 Pe 2. 5.

Ló e as suas duas filhas não foram às únicas pessoas da cidade de Sodoma que restaram com vida?

Todos podem ter certeza que resto em caso de catástrofe em que poucas pessoas sobrevivem não se aplica no diminutivo?

E que no dia da vinda do Rei, sobreviverão às pessoas que o Rei encontrar servindo a Deus em toda a face da terra.

E como acontecerá a ressurreição dos justos, ambos serão transformados, e serão eles que farão cumprir as profecias nos mil anos.

Tanto é que se o Rei não contasse com os mortos que serviram a Deus em toda a história da humanidade que Ele ressuscitará Jo 5. 28, 29; 6. 40… E transformará 1 Ts 4. 16; 1 Co 15. 51 a 53… Para reinar com Ele, não teria como Ele compor o seu Reino, porque as Igrejas vivem cheias de pessoas, mas como as suas mensagens são contaminadas com sinais de fé de impérios religiosos pagãos, restarão poucos homens Is 24. 6…

Todos podem ter certeza que subirão em Jerusalém servir o Rei Zc 14. 16; Is 60. 4 a 9; 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2; Is 60. 11; Sl 72; Ap. 15. 3, 4. As pessoas que serviram, e as que servem a Deus aqui nestes reinos do mundo que não se contaminarem com sinais de fé de impérios religiosos pagãos, todas serão revestidas de imortalidade, e o Reino será restrito a elas.

E que a heresia de homens serem transformados em anjos celestiais com a transformação, e não serem sujeitos ao pecado e nem a morte nos mil anos de reinado de Cristo, e nações na terra sem a transformação para os mil anos de reinado de Cristo para quaisquer fins, é sinal de fé de procedência pagã, porque imundos não passarão pela estrada que levará as pessoas a Jerusalém cumprir as profecias e servir o Rei Is 35. 8; 52. 1…

Os mensageiros de Cristo vêm pregando o evangelho do Reino em todo o mundo no objetivo de expandir o Reino por todas as nações Mt 28. 19; Mc 16. 15; Lc 24. 47; At 1. 8.

As pessoas portadoras do Espírito Santo sabem que como as pessoas que serviram, e as que servem a Deus aqui nestes reinos do mundo são de todas as tribos, línguas, povos e nações Ap 5. 10; 7. 9… Sabem que após o revestimento de imortalidade 1 Co 15. 51, 52… Elas continuarão sendo seres humanos, ou seja, nações, e não supostos seres celestiais?

Todos podem ter certeza que Jesus voltará, e que se Ele for fazer cumprir o que eles pregam como verdade de as pessoas que serviram, e as que servem a Deus serem transformadas em anjos celestiais, Ele encheria a terra de seres celestiais, e não de seres humanos como prometem as profecias Gn 1. 28; 9. 1; At 17. 26. E Reinaria sobre os supostos seres celestiais, seriam eles que subiriam em Jerusalém cumprir as profecias, e não seres humanos.

Todos sabem muito bem que as profecias prometem as “nações como herança” para o Rei Sl 2. 8. E não supostos anjos celestiais.

As pessoas portadoras do Espírito Santo sabem que é pegando carona com os povos reformistas de serem transformados em seres celestiais, que eles passaram a atrair os deles com a heresia de não serem sujeito ao pecado e nem a morte a partir do momento da transformação, e como sabem que haverá morte nos mil anos de reinado do Rei Is 66. 24; 65. 20; Ap 20 7 a 9. Passaram a atrair os seus com o engodo de o Rei deixar nações na terra sem a transformação para os mil anos do seu reinado para terem a quem aplicar as mortes dos mil anos, e com isso pervertem os deles que serão as supostas nações sem a transformação que subirão em Jerusalém servir o Rei, e com isso se excluem de cumprir as profecias Zc 14. 16; Is 60. 4 a 9; 2. 1 a 3; Mq 4. 1, 2; Is 60. 11; Sl 72; Ap. 15. 3, 4.

Todos podem ter certeza que eles estão blefando, porque as pessoas que serviram, e as que servem a Deus aqui nestes reinos do mundo serão revestidas de imortalidade na vinda do Rei 1 Co 15. 51 a 53… Continuarão sendo seres humanos, e serão elas que subirão em Jerusalém nas convocações gerais cumprir as profecias.

No caso da ceia do Cordeiro, eles deixam de celebrar na histórica e festiva “noite do grande dia” 15 de (nisã-abibe), da saída dos filhos do patriarca Israel da terra do Egito, para celebrarem na noite do dia 14, que não tem nada a ver com pães àzimos, e muito menos com a noite de celebrar a ceia, e tentam convencer os deles que celebram na noite que o regulamento determina.

Todos são livres para cearem fora da noite estabelecida, o que as Igrejas que ceiam em noites que não seja a noite do dia 15 de (nisã-abibe) não têm direito, é de enganar os deles que cumprem o regulamento.

Porque quem celebra a ceia do Cordeiro em noites que não seja a noite do dia 15, não cumpre o regulamento coisa nenhuma.

Quem comemorou bastante a noite do dia 14 foram os judeus incrédulos que fizeram festa com a notícia da prisão do Cordeiro.

Quem conhece as Escrituras sabe que à páscoa era sacrificada “à tarde do dia” 14 Ex 12. 6; 2 Cr 35. 1… E não é mais preciso sacrificar, porque o Cordeiro pascoal da “nova aliança” já foi sacrificado 1 Co 5. 7.

E sabe que os ministrantes da ceia não têm que fazer nada no dia 14, a não ser os preparativos para a ceia Jo 19. 31. Esperarem o dia 14 terminar, e celebrarem a noite do “grande dia” 15 com a celebração da ceia do Cordeiro.

Se Jesus tivesse mandado alguém celebrar a ceia na noite do dia 14, Ele teria abolido e quebrado o regulamento da lei, e a Bíblia não diria que Ele não veio abolir a lei Mt 5. 17 a 19; Lc 16. 17.

O povo de Deus não sabe o dia que o Cordeiro nasceu, e não comemoram o seu nascimento. Comemoram a vida com a celebração da ceia Jo 6. 51; 6. 54 a 56, 58. E não a morte do Cordeiro.

E eles comemoram o dia da morte do Cordeiro por quê? Está escrito que o Cordeiro mandou celebrar a noite do dia 14 em memória da sua morte com a celebração da ceia? Ele morreu na noite do dia 14? Morreu quase no fim do dia.

Quem conhece as Escrituras sabe muito bem que Ele mandou celebrar a ceia em memória dele Lc 22. 19. No objetivo de os seus seguidores não esquecerem o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo Jo 1. 29, 36. Até que Ele venha.

E continuarem pregando o evangelho do Reino a todas as nações da terra para tornar o Reino abrangente a toda a terra Mt 28. 19; Mc 16. 15; Lc 24. 47; At 1. 8.

E sabe que o fato de Ele mandar celebrar a ceia também em memória do Cordeiro não tem nada a ver com mudança do dia, ou da hora da celebração da ceia.

E como os filhos da promessa participam do pão e do fruto da vide como símbolo do seu corpo, é óbvio que a ceia deve ser celebrada também em memória do Cordeiro até que Ele venha.

Quem conhece as Escrituras sabem que se Cristo tivesse mandado celebrar o dia da sua morte com a ceia, a celebração com certeza não seria nas primeiras horas da noite do dia 14, porque na hora que eles celebram a ceia, o Cordeiro nem preso e nem condenado ao sacrifício tinha sido.

O Cordeiro de Deus já foi sacrificado à quase dois mil anos, e como a Tora determina celebrar a noite do “grande dia” com a celebração da ceia Ex 12. 8, 17, 42; Lv 23. 6; Nm 28. 17; Jo 19. 31… Ela continua sendo a noite estabelecida pela lei para este fim por todas as gerações Ex 12. 42; Jo 19. 31…

Jesus e os apóstolos não alteraram, e nem poderiam determinar ninguém celebrar a ceia do último cordeiro pascoal na noite do dia 14, ou em outras noites que não seja a noite do “grande dia” 15.

A mensagem da Bíblia para aquele que ainda não é povo de Deus, é ele aceitar o Cordeiro pascoal que fez cessar o sacrifício, as condições, e também o batismo de ligação em nome do Cordeiro de Deus! Para ter direito espiritual de participar e desfrutar do poder purificador do sangue do “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” Jo 1. 29.

“Cristo o nosso Cordeiro pascoal 1 Co 5. 7. AP 5. 6. Quanto mais agora, tendo sido justificado pelo seu sangue Rm 5. 9. Pelo precioso sangue de Cristo, como de um Cordeiro sem mancha e sem defeito 1 Pe 1. 19. Em quem temos o resgate pelo seu sangue” Ef 1. 7.

Todos têm possibilidades de alcançar a vida eterna, basta aceitarem Ele como o último Cordeiro pascoal e as condições, para terem direito de celebrarem e participarem da ceia do Cordeiro até que Ele venha.

Ele disse: Que quem comer espiritualmente a sua carne, e beber o seu sangue, têm a vida eterna Jo 6. 54 a 56.

Todos podem ter certeza que os mensageiros que celebram a ceia do Cordeiro na noite que inicia o dia 14, ou em outras noites que não seja a noite estabelecida pela lei, celebram ilegitimamente, por não celebrarem na histórica e festiva noite do “grande dia” dia 15 de (nisã-abibe), estabelecida pela lei para a celebração da ceia.

O Cordeiro pascoal realizou um único sacrifício para sempre, e todos os anos Ex 13. 10. Espiritualmente Ele é servido em uma ceia para os herdeiros da promessa participaram na noite estabelecida pela lei, de acordo com o regulamento, na noite do “grande dia” 15 Ex 12. 8, 17, 42; Lv 23. 6; Nm 28. 17; Jo 19. 31… Com a cerimônia do lava pés Jo 13. 1 a 20. Antes de os filhos da promessa participarem dos pães ázimos e do vinho, símbolo do seu corpo Mt 26. 26; Mc 14. 22; Lc 22. 19…

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